domingo, 7 de abril de 2013

SketchUp Sensitivo (Individual)

Link:

SketchUp Sensitivo - O Banco

SketchUp - O Banco - Com medidas


SketchUp do Banco escolhido para intervenção, com medidas.




Vídeo da Performance - O Banco

Performance feita no lugar escolhido para intervenção - O Banco (Catas Altas)

Link:

O Banco

Croquis de Catas Altas

Aqui estão os croquis que fiz e mais gostei da viagem para Catas Altas. Infelizmente o Scanner não ficou muito bom. Tentei melhorar utilizando Photoshop com efeitos de contraste e brilho.

Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição 



Praça do Quoreto

Banheiro



Vista da Igreja Matriz


O Banco

quarta-feira, 20 de março de 2013

Estratégias de apropriação do espaço

Parkour



O Parkour (conhecido antigamente no Brasil como "Le Parkour" - abreviação: PK) é uma disciplina física de origem francesa, em que o participante, chamado de "traceur" no masculino, ou "traceuse" no feminino, sobrepõe obstáculos de modo mais rápido e direto possível, utilizando-se de diversas técnicas como saltos, rolamentos e escaladas.
Tudo começou quando David Belle e os irmãos Yahn, Frederic Hnautra e David Malgogne e um grupo de amigos resolveram adaptar para a cidade e o Urbanismo a disciplina militar conhecida como "parcours du combattent" (o percurso do combatente), disciplina militar derivada do método natural, a qual Reymond Belle (pai de David Belle) praticou e repassou os conceitos para o seu filho (David Belle), O nome Le Parkour surgiu desta expressão "parcours du combattent".
Após anos de treinamento estes jovens em questão cresceram e dois deles se tornaram ícones da atividade por desenvolverem a arte de forma profissional. Dois deles são os conhecidos David Belle e Sebastien Foucan.   
Basicamente, o Parkour é a arte do deslocamento ou a arte de ser útil superando obstáculos  Por meio de movimentos eficientes os praticantes de Parkour podem ir de um lugar a outro utilizando somente os recursos que seu corpo pode oferecer.

Conheça um pouco mais do Parkour pela visão do criador da prática (David Belle) e veja também outros vídeos interessantes sobre a prática:



Fonte:


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Deriva

Uma das práticas que é sustentada pelos situacionistas é a ‘dérive’ (literalmente: ‘deriva’).  Definida como um comportamento lúdico-construtivo e uma consciência dos efeitos psicogeográficos, sendo, portanto bastante diferente das noções clássicas de viagem ou passeio.
Apresenta-se como uma técnica de passagem rápida por ambientes variados. Em uma ‘deriva’ uma ou mais pessoas durante certo período de tempo - esquecem as suas relações, o seu trabalho, suas atividades de lazer e todos os outros motivos habituais para movimento e ação -, deixam-se guiar pelas atrações de terreno e pelos encontros que aí se processam. Para finalizar refletem o porquê daquele resultado obtido através do percurso.   
É pensar por que motivos dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.



Vídeo:


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Flaneur


O termo flanêur vem do francês e tem significados como "vagabundo", "preguiçoso" que por sua vez vem do verbo francês flâner que significa "flanar" (flanador) ou até mesmo "para passear". Esse estilo de vida foi assim chamado pelo poeta Charles Baudelaire.
Dentre seus diversos significados, pode-se dizer que flâneur consiste em "uma pessoa que anda pela cidade a fim de experimentá-la". Sua percepção parece se dar diante daquilo que é transitório na cidade. Observa tudo a sua volta com o objetivo de experimenta-la através de seus sentidos. Valoriza pessoas, objetos e lugares cujos quais o observador comum passa despercebido por fazer parte de um cotidiano, uma rotina. 
Como um observador da cidade, o flâneur a vê com um olhar diferente, com riqueza de detalhes e contemplando as coisas mais simples. 

Vídeos:

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Flash Mob


Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
O uso do termo flash mob data de aproximadamente 1800, porém não da maneira como o conhecemos hoje. O termo foi usado para descrever um grupo de prisioneiras da Tasmânia baseado no termo flash language para o jargão que estas prisioneiras utilizavam. Ainda nesta época o termo australiano flash mob foi usado para designar um segmento da sociedade, e não um evento, não demonstrando nenhuma outra similaridade com o termo moderno ou os eventos descritos por ele.
O primeiro flash mob foi organizado via e-mail (com o endereço themobproject@yahoo.com, criado para este fim), pelo jornalista Bill Wasik, em Manhattan. Mandando o e-mail para 40 ou 50 amigos (de maneira que eles não soubessem que o evento fora planejado pelo próprio jornalista), Bill convidou as pessoas a aparecerem em frente à loja de acessórios femininos Claire’s Acessories. Segundo ele, "A ideia era de que as próprias pessoas se tornassem o show e que, apenas respondendo a este e-mail aleatório, essas pessoas criassem algo" em um mob anônimo e sem liderança.
No entanto, a loja foi avisada antes do acontecimento e a polícia foi acionada, evitando que as pessoas ficassem na frente da loja, frustrando os planos do primeiro mob.
O segundo mob aconteceu em 3 de junho de 2003, na loja de departamentos Macy's. Wasik e amigos distribuíram flyers para pessoas que passavam nas ruas, indicando quatro bares em Manhattan, onde elas receberam instruções adicionais sobre o caráter e o lugar do evento, minutos antes do seu início. – para evitar o mesmo problema que ocorreu com o primeiro -.
Mais de 100 pessoas juntaram-se no 9.º andar de tapetes da loja, reunindo-se em volta de um tapete caro. A quem se aproximasse de um vendedor foi dito que as pessoas reunidas no andar viviam juntas num depósito nos arredores de Nova Iorque, que estavam procurando por um “tapete do amor” e que todos faziam suas decisões de compra em grupo.

Vídeos:

Fontes: 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Retrato Final

Após receber criticas - nos comentários e pessoalmente - sobre o primeiro retrato elaborado, resolvi fazer algumas alterações, sendo essas as seguintes: Melhorei o corte da colega Isabela de Moura, evitando cortes errados e significativos, preenchi melhor o fundo da foto mas mudei as imagens, uma vez que não queria muita informação colorida e diferente no plano de fundo. Além disso, usei mais a ferramente de contraste do programa Adobe Photoshop para destacar ainda mais a fotografia, melhorei a sobreposição do braço desenhado e substitui a boca da fotografia por uma boca desenhada. A única critica que não optei por modificar foi a da cor do plano de fundo, o branco da mais contraste e chama mais atenção para as sobreposições.

Espero que tenham gostado do meu retrato final!

Visita ao museu de Arte da Pampulha que resultou em vários croquis...

Dia 14 de Março a nossa turma de Arquitetura e Urbanismo Diurno juntamente com os professores de Projeto, visitou o Museu de Arte da Pampulha. O Museu da Pampulha - que antes de tornar-se museu era um Cassino - constitui uns dos prédios construídos por Oscar Niemeyer ao redor da Lagoa da Pampulha. 
Contemplando diversas tendencias artísticas, esculturas e um jardim muitíssimo atraente, o Museu de Arte destaca-se com grande significância no conjunto de obras de Niemeyer na Pampulha, sendo o mesmo a primeira delas.
Durante a visita foi proposto que formássemos duplas e juntamente com a dupla escolhêssemos locais diferentes para fazermos croquis por tempos determinados por um cronometro, afim de melhorar o traço deixando-o mais leve e percebermos as diferenças entre os croquis. Os tempos determinados foram de 5 minutos, 3 minutos, 1 minuto e 10 segundos. Logo após, poderíamos fazer um croqui em tempo livre.
Ao final da visita discutimos o texto "Animação Cultural" e enquadramos o Museu na situação apresentada no texto, desfrutamos de um lanche delicioso e voltamos para a Escola de Arquitetura da UFMG.

Abaixo encontram-se meus 5 croquis editados em Photoshop CS6 com efeitos de Tom automático, Contraste Automático, Cor Automática e Ajuste de Brilho/Contraste.


 Croqui da entrada do Museu feito em 5 minutos


Croqui feito da parte interna do Museu no tempo de 3 minutos

Croqui feito de um dos corredores internos do Museu no tempo de 1 minuto




Croqui feito da parte interna do Museu no tempo de 10 segundos





Croqui da entrada do Museu feio no tempo livre




"Fiz este projeto em uma noite, não tive outra alternativa. Mas quando funcionava como cassino, cumpria bem suas finalidades, com seus mármores, suas colunas de aço inoxidável, e a burguesia a se exibir, elegante, pelas suas rampas." - Oscar Niemeyer